Desse total, 13 bilhões seriam referentes a um bloqueio provisório para garantir o cumprimento da meta para as contas públicas neste ano, que é de déficit primário de até 159 bilhões.
Além disso, poderão ser cancelados de forma definitiva até 8 bilhões para cumprir a regra do teto de gastos, que limita que as despesas de um ano aumentem num percentual superior à da inflação registrada no ano anterior.
Se confirmado, será um dos menores bloqueios da história. De 2008 até 2016, o corte inicial de gastos na peça orçamentária, que tem por objetivo cumprir a meta de resultado primário fixada pelo governo para cada ano, nunca ficou abaixo de 19 bilhões e 400 milhões de reais.
Em 2015, por exemplo, o bloqueio de gastos somou 69 bilhões, o maior da história. Já em 2017, totalizou 42 bilhões - aperto que provocou a paralisação de alguns serviços públicos, como a emissão de passaportes e ações de fiscalização do trabalho escravo.
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